quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

A leitura da semana é Christine, de Stephen King.

Nem posso dizer mais que SK é meu autor preferido. É um deles, isso é certo. E deve ser o principal deles, considerando a quantidade de livros que tenho dele na prateleira que está sobre a minha cama. Há muitos outros que muito têm me agradado.

E ainda ótimas indicações de novos autores, inclusive brasileiros.
Vamos lá!
Semana que vem recomeçam as aulas e o ritmo de leitura volta ao normal. Essa história de férias não ajudou tanto nas minhas leituras.

Mas ajudou na inspiração. Têm surgido ótimos ideias!

Boa semana a todos.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Clube do Filme - David Gilmour

Este livro nos traz a experiência pessoal do autor, na educação de seu filho, adolescente e sem vontade de continuar frequentando a escola.
Em um período conturbado,  ele se arrisca e se encarrega pessoalmente da educação do filho. Mas essa educação virá dos filmes e das discussões sobre estes filmes após assistí-los.

As muitas situações vividas demonstram a capacidade que o ser humano possui de aprendizagem e aproveitamento.  Não é,  especificamente,  necessário frequentar a escola por um período X ou aprender determinadas matérias para que seja possível ter uma boa profissão.  E isso é demonstrado nesta história.
E quando chega sua hora o próprio rapaz, por vontade própria,  decide o rumo a seguir.

O estudo nos torna capazes de aprimorarmos nossos conhecimentos,  ampliá-los. Mas nunca devemos deixar de lado nosso gosto pessoal,  nossa paixão,  por um "emprego de bom salário que garanta a vida". Sem amor, vira escravidão.  E escravidão vira desgosto,  perda de vontade e insatisfações,  uma sobre a outra.

É isto que esse livro explora: o medo de um pai que poderia ter deixado seu filho se perder pelos caminhos da vida.
Mas fez o contrário: utilizando filmes, bons filmes,  explicações e muito incentivo, deu ao filho a oportunidade de descobrir por si próprio quais seriam seus bons caminhos.

Bom livro,  uma leitura suave, com algum drama e alguma graça.
Recomendo. ;)

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Filmes...

E hoje foi o dia do filme!
Fazia tempo que não assistia 2 filmes no mesmo dia, e esta semana parece que promete com relação a isso.

No sábado, Cemitério Maldito. No domingo, Trocas Macabras e The Dead Zone.
Já li os livros referentes a Cemitério e Dead Zone, ainda não li Trocas Macabras (Needfull Things, no original). Ambos os livros tem comentários no blog. ;)

Hoje foi a vez de A Menina que roubava livros (com comentários já postados, mais cedo) e, agora, Mato sem cachorro.
Produção nacional, com uma boa história, que se prolonga demais. É um tanto clichê, cheio daquele linguajar chulo que brasileiro tanto gosta de usar e ouvir.
Se tivesse uns 40 minutos a menos, seria bem melhor.

Em princípio é aquela história clichê, de um cara que comete uma cagada e conhece a 'mulher da sua vida'. O casal se apaixona, vive juntos um tempo, com um cachorro no meio, daí acontece uma coisa chata que os separa.
Então, várias situações ocorrem, fazendo os dois se reaproximarem e... bom, é óbvio.

Leandra Leal e Bruno Gagliasso levam esse filme na raça, porque realmente não há muito o que esperar.
Danilo Gentili, como o primo tosco, que nem Jesus Cristo e os 12 apóstolos explicariam o porquê de este cara estar neste filme. Talvez uma forma de fazer o filme ficar 'brasileiramente' engraçado.
Rafinha Bastos, com toda a sua altura (e claramente explorada no filme), interpreta um veterinário, ligeiramente cômico em sua seriedade. Poderia ser qualquer outro autor, ficaria tão bom quanto - e talvez desse um certo grau de valor às cenas.
Enrique Díaz e Letícia Isnard também são duas boas presenças no filme.

No geral, o filme tem uma história básica, clichê, com um final deveras esperado. Tem uma boa fotografia, exibindo as belezas pouco conhecidas do Rio de Janeiro, como o bairro de Santa Tereza / Lapa.

A ideia foi boa, só foi mal explorada.

Assista se tiver tempo sobrando e quiser dar umas risadas sem precisar pensar muito. ;)

A Menina que Roubava Livros - Marcus Zusak

O título me chamou muita atenção, então pedi o livro emprestado. Isso no final de 2012.
Quando comecei a lê-lo, já em 2013, e notei que se passava na Alemanha nazista, em meu embate pessoal, acabei deixando-o de lado. Na terceira tentativa, fui até o final.
E que história linda.

O nazismo alemão, a guerra que chegava, as dores provocadas por ela.
E no meio de tudo isso, uma menina. Que perdera o irmão para uma doença e a mãe para os nazistas.

Quando terminei de ler este livro, narrado pela Morte em pessoa, fiquei estupefata.
E quando soube que seria adaptado para o cinema, fiquei muito contente. Seria uma boa história, se bem dirigida e roteirizada conforme a história contada no livro.

Com Geoffrey Rush e Emily Watson como protagonistas, junto à pequena Sophie Nélisse, o filme retrata bem como foram dolorosas as perdas provocadas por uma das maiores desgraças concebidas por seres humanos: o nazismo.

Liesel, interpretada por Sophie, é recebida por pais adotivos, e com eles aprende a viver em família, a ler e escrever, ganha amigos (Rudy, seu vizinho, e Max, um rapaz fugindo da tristeza de ser levado para um campo de concentração) e, por um acaso da vida, tem verdadeira paixão por livros. Livros estes que embalam sua vida.

No livro, a história desta paixão pelos livros é bem abordada e elaborada para demonstrar ao leitor o quanto ela os ama. Ver isto transposto para um filme, para mim, ficou um pouco a desejar. É possível perceber esse amor, mas ele parece criado no meio da trama, não parece fazer parte dela.

O filme, de Brian Percival, é bem dirigido, tem belas fotografias e coloca Sophie em destaque.
A garota se perde um pouco em seu personagem em alguns momentos, mas no geral tem uma boa atuação.

De Geoffrey Rush e Emily Watson não há muito que esperar, interpretando bem seus papéis, realizam aquilo para o que foram designados.

A fotografia do filme é boa e retrata bem as ruas alemãs neste período obscuro de sua história.

O filme é quase todo fiel ao livro, tendo apenas seu final um pouco modificado para atender ao roteiro, mas no contexto geral, esta adaptação merece um 10.

Recomendado.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Leitura da semana iniciada.

O Clube do Filme - David Gilmour

Em breve, os comentários a respeito deste livro.
Foi bem indicado e a sinopse faz o livro parecer bastante interessante. 

Uma ótima semana para todos.  E boas leituras. 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Ressaca Literária!

Ugh!

Muitos livros já lidos e pouquíssimas vezes sofri com a famosa 'ressaca literária'.
De momentos que recordo, nos últimos anos, este pelo qual passo agora é um complicado... Com tantos livros bom para ler, e a dúvida pairando sobre qual livro ler, o que mais sobressai é a falta de vontade de escolher um deles.

Há diversas pretensões:

- A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger
- Christine - Stephen King
- 1984 - George Orwell
- Novembro de 63 - Stephen King
- Desastre - S. G. Browne
- Iniciar a Trilogia do Mago Negro ou a do Graal, do Bernard Cornwell ou a trilogia da Névoa, do Zafón.

Basicamente, estas são minhas dúvidas neste momento...

Sugestões? :)

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

A Profecia Voynich - Criança Índigo - Richard D. Weber

Como falar deste livro?
Essa é a pergunta que me faço neste momento.

Um livro que nos leva ao mundo dos antigos alquimistas,  das grandes histórias de descobertas de profecias, de crianças com poderes especiais,  sociedades secretas e sacerdotes de seitas antigas, tão antigas que remontam ao início das eras do mundo... Do eixo entre o tempo e o espaço,  e de pessoas que conhecem esses caminhos e conhecem o que eles trazem aos bons de coração e também àqueles buscam riqueza e longevidade...

Utilizando personagens conhecidíssimos e muitas situações da nossa história, o autor nos apresenta um livro rico, bem explorado,  cheio de aventuras e ação,  um pouquinho de romance, amor pelo conhecimento e pelo próximo,  algumas piadas e tiradas inteligentes entre os personagens,  e muita tecnologia.

Os aparatos tecnológicos,  as experiências laboratoriais,  mudanças genéticas, entre outras coisinhas que o autor traz, como as descrições perfeitas de cenas de luta, crime e tortura, ou a própria descrição das localidades onde se passam as muitas cenas desta história fantástica,  faz deste um ótimo livro para se ler e ter sempre à mão para uma possível releitura.

Em diversas situações me obriguei a deixar o livro de lado, para que assim pudesse aproveitá-lo mais, fazê-lo durar mais.

Por ser muito dinâmico,  teria terminado rapidamente de lê-lo (vantagens de uma fratura na perna - sobra tempo pra ler). E, talvez até mais do que agora, sentiria essa tristeza muito maior pelo fim.

Fim de um bom livro. Fim de uma boa história.
Este livro caiu nas minhas graças, assim como este autor. Deixa até um pouco de tristeza ao terminar, como aconteceu com alguns bons livros que já li na vida. 

Uma coisa é certa: recomendo muitíssimo esta leitura!