terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Filmes...

E hoje foi o dia do filme!
Fazia tempo que não assistia 2 filmes no mesmo dia, e esta semana parece que promete com relação a isso.

No sábado, Cemitério Maldito. No domingo, Trocas Macabras e The Dead Zone.
Já li os livros referentes a Cemitério e Dead Zone, ainda não li Trocas Macabras (Needfull Things, no original). Ambos os livros tem comentários no blog. ;)

Hoje foi a vez de A Menina que roubava livros (com comentários já postados, mais cedo) e, agora, Mato sem cachorro.
Produção nacional, com uma boa história, que se prolonga demais. É um tanto clichê, cheio daquele linguajar chulo que brasileiro tanto gosta de usar e ouvir.
Se tivesse uns 40 minutos a menos, seria bem melhor.

Em princípio é aquela história clichê, de um cara que comete uma cagada e conhece a 'mulher da sua vida'. O casal se apaixona, vive juntos um tempo, com um cachorro no meio, daí acontece uma coisa chata que os separa.
Então, várias situações ocorrem, fazendo os dois se reaproximarem e... bom, é óbvio.

Leandra Leal e Bruno Gagliasso levam esse filme na raça, porque realmente não há muito o que esperar.
Danilo Gentili, como o primo tosco, que nem Jesus Cristo e os 12 apóstolos explicariam o porquê de este cara estar neste filme. Talvez uma forma de fazer o filme ficar 'brasileiramente' engraçado.
Rafinha Bastos, com toda a sua altura (e claramente explorada no filme), interpreta um veterinário, ligeiramente cômico em sua seriedade. Poderia ser qualquer outro autor, ficaria tão bom quanto - e talvez desse um certo grau de valor às cenas.
Enrique Díaz e Letícia Isnard também são duas boas presenças no filme.

No geral, o filme tem uma história básica, clichê, com um final deveras esperado. Tem uma boa fotografia, exibindo as belezas pouco conhecidas do Rio de Janeiro, como o bairro de Santa Tereza / Lapa.

A ideia foi boa, só foi mal explorada.

Assista se tiver tempo sobrando e quiser dar umas risadas sem precisar pensar muito. ;)

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