E hoje foi o dia do filme!
Fazia tempo que não assistia 2 filmes no mesmo dia, e esta semana parece que promete com relação a isso.
No sábado, Cemitério Maldito. No domingo, Trocas Macabras e The Dead Zone.
Já li os livros referentes a Cemitério e Dead Zone, ainda não li Trocas Macabras (Needfull Things, no original). Ambos os livros tem comentários no blog. ;)
Hoje foi a vez de A Menina que roubava livros (com comentários já postados, mais cedo) e, agora, Mato sem cachorro.
Produção nacional, com uma boa história, que se prolonga demais. É um tanto clichê, cheio daquele linguajar chulo que brasileiro tanto gosta de usar e ouvir.
Se tivesse uns 40 minutos a menos, seria bem melhor.
Em princípio é aquela história clichê, de um cara que comete uma cagada e conhece a 'mulher da sua vida'. O casal se apaixona, vive juntos um tempo, com um cachorro no meio, daí acontece uma coisa chata que os separa.
Então, várias situações ocorrem, fazendo os dois se reaproximarem e... bom, é óbvio.
Leandra Leal e Bruno Gagliasso levam esse filme na raça, porque realmente não há muito o que esperar.
Danilo Gentili, como o primo tosco, que nem Jesus Cristo e os 12 apóstolos explicariam o porquê de este cara estar neste filme. Talvez uma forma de fazer o filme ficar 'brasileiramente' engraçado.
Rafinha Bastos, com toda a sua altura (e claramente explorada no filme), interpreta um veterinário, ligeiramente cômico em sua seriedade. Poderia ser qualquer outro autor, ficaria tão bom quanto - e talvez desse um certo grau de valor às cenas.
Enrique Díaz e Letícia Isnard também são duas boas presenças no filme.
No geral, o filme tem uma história básica, clichê, com um final deveras esperado. Tem uma boa fotografia, exibindo as belezas pouco conhecidas do Rio de Janeiro, como o bairro de Santa Tereza / Lapa.
A ideia foi boa, só foi mal explorada.
Assista se tiver tempo sobrando e quiser dar umas risadas sem precisar pensar muito. ;)
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
A Menina que Roubava Livros - Marcus Zusak
O título me chamou muita atenção, então pedi o livro emprestado. Isso no final de 2012.
Quando comecei a lê-lo, já em 2013, e notei que se passava na Alemanha nazista, em meu embate pessoal, acabei deixando-o de lado. Na terceira tentativa, fui até o final.
E que história linda.
O nazismo alemão, a guerra que chegava, as dores provocadas por ela.
E no meio de tudo isso, uma menina. Que perdera o irmão para uma doença e a mãe para os nazistas.
Quando terminei de ler este livro, narrado pela Morte em pessoa, fiquei estupefata.
E quando soube que seria adaptado para o cinema, fiquei muito contente. Seria uma boa história, se bem dirigida e roteirizada conforme a história contada no livro.
Com Geoffrey Rush e Emily Watson como protagonistas, junto à pequena Sophie Nélisse, o filme retrata bem como foram dolorosas as perdas provocadas por uma das maiores desgraças concebidas por seres humanos: o nazismo.
Liesel, interpretada por Sophie, é recebida por pais adotivos, e com eles aprende a viver em família, a ler e escrever, ganha amigos (Rudy, seu vizinho, e Max, um rapaz fugindo da tristeza de ser levado para um campo de concentração) e, por um acaso da vida, tem verdadeira paixão por livros. Livros estes que embalam sua vida.
No livro, a história desta paixão pelos livros é bem abordada e elaborada para demonstrar ao leitor o quanto ela os ama. Ver isto transposto para um filme, para mim, ficou um pouco a desejar. É possível perceber esse amor, mas ele parece criado no meio da trama, não parece fazer parte dela.
O filme, de Brian Percival, é bem dirigido, tem belas fotografias e coloca Sophie em destaque.
A garota se perde um pouco em seu personagem em alguns momentos, mas no geral tem uma boa atuação.
De Geoffrey Rush e Emily Watson não há muito que esperar, interpretando bem seus papéis, realizam aquilo para o que foram designados.
A fotografia do filme é boa e retrata bem as ruas alemãs neste período obscuro de sua história.
O filme é quase todo fiel ao livro, tendo apenas seu final um pouco modificado para atender ao roteiro, mas no contexto geral, esta adaptação merece um 10.
Recomendado.
Quando comecei a lê-lo, já em 2013, e notei que se passava na Alemanha nazista, em meu embate pessoal, acabei deixando-o de lado. Na terceira tentativa, fui até o final.
E que história linda.
O nazismo alemão, a guerra que chegava, as dores provocadas por ela.
E no meio de tudo isso, uma menina. Que perdera o irmão para uma doença e a mãe para os nazistas.
Quando terminei de ler este livro, narrado pela Morte em pessoa, fiquei estupefata.
E quando soube que seria adaptado para o cinema, fiquei muito contente. Seria uma boa história, se bem dirigida e roteirizada conforme a história contada no livro.
Com Geoffrey Rush e Emily Watson como protagonistas, junto à pequena Sophie Nélisse, o filme retrata bem como foram dolorosas as perdas provocadas por uma das maiores desgraças concebidas por seres humanos: o nazismo.
Liesel, interpretada por Sophie, é recebida por pais adotivos, e com eles aprende a viver em família, a ler e escrever, ganha amigos (Rudy, seu vizinho, e Max, um rapaz fugindo da tristeza de ser levado para um campo de concentração) e, por um acaso da vida, tem verdadeira paixão por livros. Livros estes que embalam sua vida.
No livro, a história desta paixão pelos livros é bem abordada e elaborada para demonstrar ao leitor o quanto ela os ama. Ver isto transposto para um filme, para mim, ficou um pouco a desejar. É possível perceber esse amor, mas ele parece criado no meio da trama, não parece fazer parte dela.
O filme, de Brian Percival, é bem dirigido, tem belas fotografias e coloca Sophie em destaque.
A garota se perde um pouco em seu personagem em alguns momentos, mas no geral tem uma boa atuação.
De Geoffrey Rush e Emily Watson não há muito que esperar, interpretando bem seus papéis, realizam aquilo para o que foram designados.
A fotografia do filme é boa e retrata bem as ruas alemãs neste período obscuro de sua história.
O filme é quase todo fiel ao livro, tendo apenas seu final um pouco modificado para atender ao roteiro, mas no contexto geral, esta adaptação merece um 10.
Recomendado.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Ressaca Literária!
Ugh!
Muitos livros já lidos e pouquíssimas vezes sofri com a famosa 'ressaca literária'.
De momentos que recordo, nos últimos anos, este pelo qual passo agora é um complicado... Com tantos livros bom para ler, e a dúvida pairando sobre qual livro ler, o que mais sobressai é a falta de vontade de escolher um deles.
Há diversas pretensões:
- A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger
- Christine - Stephen King
- 1984 - George Orwell
- Novembro de 63 - Stephen King
- Desastre - S. G. Browne
- Iniciar a Trilogia do Mago Negro ou a do Graal, do Bernard Cornwell ou a trilogia da Névoa, do Zafón.
Basicamente, estas são minhas dúvidas neste momento...
Sugestões? :)
Muitos livros já lidos e pouquíssimas vezes sofri com a famosa 'ressaca literária'.
De momentos que recordo, nos últimos anos, este pelo qual passo agora é um complicado... Com tantos livros bom para ler, e a dúvida pairando sobre qual livro ler, o que mais sobressai é a falta de vontade de escolher um deles.
Há diversas pretensões:
- A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger
- Christine - Stephen King
- 1984 - George Orwell
- Novembro de 63 - Stephen King
- Desastre - S. G. Browne
- Iniciar a Trilogia do Mago Negro ou a do Graal, do Bernard Cornwell ou a trilogia da Névoa, do Zafón.
Basicamente, estas são minhas dúvidas neste momento...
Sugestões? :)
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
A Profecia Voynich - Criança Índigo - Richard D. Weber
Como falar deste livro?
Essa é a pergunta que me faço neste momento.
Um livro que nos leva ao mundo dos antigos alquimistas, das grandes histórias de descobertas de profecias, de crianças com poderes especiais, sociedades secretas e sacerdotes de seitas antigas, tão antigas que remontam ao início das eras do mundo... Do eixo entre o tempo e o espaço, e de pessoas que conhecem esses caminhos e conhecem o que eles trazem aos bons de coração e também àqueles buscam riqueza e longevidade...
Utilizando personagens conhecidíssimos e muitas situações da nossa história, o autor nos apresenta um livro rico, bem explorado, cheio de aventuras e ação, um pouquinho de romance, amor pelo conhecimento e pelo próximo, algumas piadas e tiradas inteligentes entre os personagens, e muita tecnologia.
Os aparatos tecnológicos, as experiências laboratoriais, mudanças genéticas, entre outras coisinhas que o autor traz, como as descrições perfeitas de cenas de luta, crime e tortura, ou a própria descrição das localidades onde se passam as muitas cenas desta história fantástica, faz deste um ótimo livro para se ler e ter sempre à mão para uma possível releitura.
Em diversas situações me obriguei a deixar o livro de lado, para que assim pudesse aproveitá-lo mais, fazê-lo durar mais.
Por ser muito dinâmico, teria terminado rapidamente de lê-lo (vantagens de uma fratura na perna - sobra tempo pra ler). E, talvez até mais do que agora, sentiria essa tristeza muito maior pelo fim.
Fim de um bom livro. Fim de uma boa história.
Este livro caiu nas minhas graças, assim como este autor. Deixa até um pouco de tristeza ao terminar, como aconteceu com alguns bons livros que já li na vida.
Uma coisa é certa: recomendo muitíssimo esta leitura!
domingo, 12 de janeiro de 2014
Para download: A Profecia Voynich - Criança Índigo
Sinopse: Um manuscrito de origem obscura guarda o segredo da riqueza e da juventude eterna. Um espelho negro que amplifica a pureza ou a crueldade de quem ousa mergulhar em seus mistérios. Um grupo de crianças com poderes especiais. Misture esses elementos e acrescente Blair Kelly, arqueóloga e sacerdotisa celta; Heinrich Gant, cruel e implacável negociante de armas; Margot Gant, mulher bela e misteriosa, assassina sadomasoquista; e Brody Devlin, agente secreto da Força Ômega, encarregado de investigar as atividades criminosas de Gant e seu cúmplice. Todos esses ingredientes fazem parte do novo livro de Richard D. Weber, A Profecia Voynich - Criança Índigo, uma história de busca espiritual e loucura: de crueldade e compaixão; que mistura nazismo, psicologia, alquimia, artilharia de ponta, fantasia e realidade em uma trama envolvente e cheia de ação.
Link para download: Versão PDF
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Estou finalizando a leitura deste livro.
É um livro bastante dinâmico, cheio de ação, com uma história bem embasada em diversos fatos reais trazidos à fantasia e muito bem explorado pelo autor.
Dá vontade de vê-lo transportado às telas do cinema. Se um bom diretor soubesse fazer o filme da maneira adequada, seria um grande filme! :)
Para download : O Código de Salomão - Richard D. Weber
Sinopse: Abaixo do altar de St. Peter, abrigado em segurança em uma câmara escondida, o caixão íntimo do papa João Paulo guarda os segredos de seu delicado coração. Depois da intempestiva morte do mestre general Spears, durante o ataque aéreo à basílica, a caixa decorada foi retirada de suas coisas pessoais por oficiais é entregue ao novo Vicar de Cristo, para ficar em segurança. Ela continha os desejos finais de João Paulo, suas verdadeiras aspirações, seu testamento e sua decisão de incluir as mulheres no sacerdócio. Agora estava escondido para sempre, longe dos curiosos, colocado lá antes pelo recém-eleito papa Bento XVI. CODIS - a combinação do Sistema de Classificação de DNA do FBI - encontrou uma ligação. Uma ligação entre o passado e o presente. Entre a realeza e o maior terrorista do mundo. No aniversário de sua tomada pelo papado, os Cavaleiros Templários querem vingança...
Link para download: Versão PDF
Este livro está na lista de próximas leituras, do mesmo autor que estou lendo agora.
É do mesmo gênero de O Código Da Vinci do Dan Brown e este autor explora muito bem as histórias contidas no livro, unindo-as perfeitamente e fechando a trama com louvor.
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